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V Encontro de Propriedade Intelectual e Inovação

O PET-Engenharias em parceria com a Liga de Inventores e a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação realizou o V EPII, confira como foi o evento!

No dia 27 de outubro aconteceu o V Encontro de Propriedade Intelectual e Inovação, V EPII, o evento foi organizado a partir de uma parceria entre a Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação (PRPI), a Liga de Inventores da UFG e o Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharias, contou com a participação de docentes da UFG e da UNB além de jovens empreendedores já atuantes no mercado.

Durante o Simpósio foram discutidos temas como inovação, criatividade, logística e registro de patentes liderado pelos docentes Getúlio Antero de Deus Júnior, Ricardo Lopez de Queiroz e Marcos Lemos Afonso. Após as palestras e interação com o público houve o momento de egressos da faculdade partilharem sua experiência empreendedora junto com o Centro de Empreendedorismo e Incubação (CEI).

“Todos que estão aqui sonham em fazer um produto que melhore o mundo. Logo, todos têm ideias. Mas, como concretizá-las?”. Esse questionamento é do professor Ricardo Lopes de Queiroz, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (CIC/UnB), um dos convidados a participar do V Encontro de Propriedade Intelectual e Inovação da Universidade Federal de Goiás (UFG). Na oportunidade, Queiroz ressaltou a importância de os pesquisadores se habituarem a desenvolver um plano de negócios para seus inventos. Isso, segundo ele, contribui para que as ideias iniciais se tornem protótipos e, assim, consigam atrair investidores. No entanto, para que tudo aconteça com segurança, o professor insistiu: “faça a sua patente”.

O registro de propriedade intelectual, conforme Queiroz, é algo imprescindível – ainda que, no Brasil, os inventores reclamem dos seus trâmites burocráticos. É por meio desse recurso, disse o professor, que as pessoas irão garantir o caráter inédito de suas criações. Deste modo, Queiroz não somente incentivou a plateia a buscar seus registros, como também orientou sobre melhor modo de fazê-lo: em que formato, como que descrição etc. “Façam as patentes, criem suas empresas e movimentem a economia. É isso o que o Brasil está precisando”, recomendou ele, destacando que o país ocupa a 69a. posição no ranking mundial de inovação.

O professor da Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e Computação (EMC) Getúlio Antero de Deus Júnior falou sobre o papel das artes, da literatura e da filosofia na formação de futuros inventores. Ele foi além das exigências do mercado e enfatizou a necessidade de se repensar currículos e modos de enxergar o mundo. “Temos uma separação entre Ciência, Arte e Inovação que nos limita. Então, o desafio cultural é repensar a nossa formação”.

O professor da EMC Marcos Lemos Afonso sugeriu que as universidades façam mais eventos como esses e busquem se aproximar do mercado. Ele tratou da logística no desenvolvimento de produtos e serviços e orientou o público a estudar mais, ter disciplina e estar atento a como as empresas atuam, que materiais buscam, como se organizam e o que fazem para distribuir seus produtos. “Compreender a logística é fundamental”, defendeu.

No período vespertino, os participantes se dividiram entre quatro oficinas práticas: planejamento estratégico de negócios por meio da ferramenta Canvas; busca e protocolo de pedidos de patentes; Design Thinking e imersão nas propostas de projetos; uso da música para a preparação de um espírito de equipe.

O evento reuniu cerca de 60 pessoas no auditório do Centro de Aulas D, Campus Colemar Natal e Silva, sendo transmitido ao vivo através das redes sociais, Facebook (PetEngenhariasConexoes) e Instagram (petemcufg), do grupo PET-Engenharias.

Fonte: https://www.ufg.br/n/101531-engenharias-discutem-inovacao-e-propriedade-intelectual

 

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